Esalink
Destruição Segura de Dados (DSD) com Certificado
Só a Esalink se Preocupa com a Segurança das Suas Informações
Isso só a Esalink tem!

A ESALINK está credenciada para a Destruição Segura de Dados porque segue as normas brasileiras e internacionais de Segurança da Informação.

A ESALINK realiza com segurança o apagamento de dados, lógica e magneticamente, bem como providencia a destruição física de forma irrecuperável, segundo as determinações do DSS (Defense Security Service do governo americano),  seguindo ainda as normas ambientais para a destinação dos resíduos finais, resultantes do processo de  destruição das mídias.

Não se desfaça de suas mídias e de seus equipamentos sem antes solicitar à ESALINK um orçamento para a eliminação garantida de quaisquer vestígios de informações sigilosas.

Porque destruir dados?

Apresentaremos algumas situações que ocorrem com relativa freqüência em empresas de todos os portes e a resposta estará automaticamente respondida:

-Situação 1 : Sua empresa resolveu fazer um upgrade em suas unidades de backup e todos os dados do acervo de fitas serão aos poucos convertidos para novas mídias. As antigas mídias ficarão sem uso e sua a empresa precisa se desfazer delas para desocupar espaço. Surge então a pergunta: e os dados que estão gravados nessas mídias? Como eliminá-los  com segurança?

-Situação 2 : Sua empresa resolveu fazer uma doação de equipamentos obsoletos: desktops, servidores, unidades de storage, dentre outros. Novamente surge a questão: será que existem dados sigilosos em alguns desses equipamentos? Como apagá-los com garantia de que ninguém possa rastrear por vestígios?

Basicamente podemos dizer que os dados são verdadeiramente destruídos quando as mídias são destruídas adequadamente. Por questões de segurança máxima, o DoD, Department of Defense dos EUA, recomenda que primeiro seja feita a destruição magnética e depois a destruição física.

Diversas outras situações poderiam ser mencionadas, em que a segurança da informação estará em pauta. Para as situações em que seja conveniente a reutilização das mídias, faz-se necessário o apagamento dos dados. Entretanto, temos que ter certeza de que esse apagamento não deixará vestígios recuperáveis.
Os programas de apagamento não são 100% eficazes e para um volume grande de mídias é um processo custoso. Os programas de apagamento não são garantidos por causa de um fator chamado de “remanência”.

Remanência é uma representação residual de informação, que permanece em uma mídia que foi “apagada” por processos convencionais, como por exemplo algum programa de apagamento. E porque isso acontece? Esse é um efeito que decorre da própria estrutura física da mídia magnética. As trilhas de gravação normalmente são mais largas do que o necessário de forma a garantir a qualidade da leitura. O software de apagamento, por mais que grave padrões diferentes e utilize vários passes na superfície, variando o padrão de gravação a cada passada, percorrerá o mesmo caminho que o firmware do disco determinou quando os dados foram originalmente gravados.

Existem algumas técnicas caríssimas de apagamento por software, que teoricamente eliminariam quaisquer vestígios de informação, como por exemplo a técnica desenvolvida por Peter Gutmann http://www.cs.auckland.ac.nz/~pgut001/pubs/secure_del.html .
Entretanto, como na maioria dos casos, ao se desfazer de mídias usa-se somente a formatação ou algum programa de apagamento convencional. Existirá sempre a possibilidade de que algum dado seja recuperado. Claro que isso só acontece se o investigador estiver a serviço de alguma organização que se disponha a pagar um elevado custo pelo serviço de recuperação e  soubesse que naquelas mídias haviam dados de valiosíssimos que compensasse o custo de uma recuperação dessas. Tais recuperações utilizam sofisticadas técnicas de eletrônica e equipamentos caríssimos como os Microscópios de Força Magnética (MFM) http://www.cbpf.br/~nanos/Apostila/47.html ou os Microscópios de Tunelamento  http://pt.wikipedia.org/wiki/Microsc%C3%B3pio_de_corrente_de_tunelamento , que  trabalham a nível atômico e molecular.

O fato é que, por via das dúvidas, os órgãos de defesa governamentais dos principais países do mundo bem como as agências que cuidam das normas de segurança da informação recomendam que se utilize os procedimentos mais seguros e inquestionáveis: desmagnetização e depois destruição efetiva, através de pulverização e incineração.

Para destruir uma mídia de forma segura, sem deixar fragmentos que possam conter seqüências de bits recuperáveis, com dados que comprometam o sigilo da informação é necessário, além dos procedimentos acima descritos, tomar as medidas adequadas para a destinação final de resíduos resultantes da destruição física das mídias magnéticas. A destruição física implica na deposição de resíduos no meio ambiente e por isso deve seguir normas da legislação ambiental. Para evitar impacto ambiental, atualmente a técnica mais utilizada é a do co-processamento. No co-processamento, os resíduos ao invés de ficarem dispostos em um aterro sanitário por tempo indeterminado, são, ao invés disso, reciclados, passando a fazer parte da matéria prima utilizada em outro processo industrial.

A Esalink, comprometida, não só com a recuperação de dados e com a segurança da informação, procura dar a sua contribuição para reduzir a poluição do Meio Ambiente e por isso procurou parceiros que pudessem auxiliar na questão da destinação final doa resíduos, resultantes da destruição de mídias magnéticas e que hoje em dia é classificado como parte do “Lixo Eletrônico”.  

A Esalink desenvolveu seu próprio método de destruição segura de mídias, baseado em procedimentos aprovados pelos órgão nacionais e internacionais de segurança da informação, bem como, utiliza procedimentos em acordo com a legislação ambiental de nosso país. Vai além disso, através de parcerias que garantem a utilização desses resíduos em outros processos de fabricação através do co-processamento.

Qual o método mais seguro de destruição de dados?

O método mais seguro é a desmagnetização e a destruição, e nós complementamos, realizando ainda medidas que assegurem a preservação do Meio Ambiente, realizando o reaproveitamento do resíduo em sistema de co-processamento.

A ESALINK tem assim, as três soluções! 
Fazemos o apagamento seguro dos dados por processo físico através de equipamento desmagnetizador certificado pelo DoD (Department of Defense) dos EUA, em seguida fazemos a destruição física das mídias por processo industrial e por fim damos uma destinação ao resíduo final, tal que não agrida o meio ambiente, através da reciclagem por fusão de um “blending” (mistura de materiais)  adequado para reaproveitamento industrial. Todas as etapas e processos estão de acordo com o disposto pelos órgãos governamentais responsáveis pela legislação Federal, Estadual e Municipal do Meio Ambiente e da Norma Brasileira de Segurança da Informação, ABNT NBR ISO IEC 1799.  Dessa forma não há como reaver sequer um bit de informação. Todo o processo recebe um Certificado de Destruição Segura, onde cada etapa é especificada juntamente com a norma oficial correspondente.
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