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PORQUE ENVIAR SUAS UNIDADES DE BACKUP PARA A ESALINK
Não importa a origem do defeito nem o fabricante ou o modelo: a Esalink, líder mundial em Recuperação de Dados, garante o reparo das unidades de backup, com absoluta eficiência.
Utilizamos peças de qualidade,
OEM certificadas, graças ao relacionamento que mantemos com os fabricantes de unidades. Essa alta qualidade significa que, uma unidade reparada pela Esalink, atende ou excede todas as especificações OEM funcionais e que o conjunto ainda terá um tempo substancial de vida útil restante.
Agora sua empresa vai poder reparar todas as unidades de backup, com velocidade e precisão extrema.
Graças à qualidade dos serviços da Esalink, o periférico vai ter desempenho semelhante ao de um equipamento novo.
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MANUTENÇÃO PREVENTIVA DE UNIDADES DE BACKUP
Prepare-se para o inesperado!Fazer manutenção periódica de suas unidades de backup é como prevenir-se de um acidente de graves conseqüências.
Equipamentos costumam apresentar falhas justamente quando mais precisamos deles. Unidades de backup não são diferentes.
Sair em busca de mão de obra qualificada quando o problema nos surpreende não é o mais indicado. A integridade dos seus backups, dependem, basicamente, do estado de conservação de suas fitas e do funcionamento das unidades de gravação.
É por isso que a Esalink recomenda aos seus clientes que façam contratos de manutenção preventiva. Não somente para manter a unidade em perfeito estado de funcionamento, mas também para que seus backups tenham dados bem gravados, com sinal magnético de qualidade, evitando futuras dores de cabeça.
Entre em contato agora e peça mais informações a respeito de contratos de manutenção preventiva.
INFORMAÇÕES TÉCNICAS ÚTEIS SOBRE UNIDADES E MÍDIAS DE BACKUPTecnologiasFitas Magnéticas:A tecnologia das fitas magnéticas remonta a mais de meio século! Apesar disso, sua evolução tem sido constante. Há 10 anos atrás, uma grande revolução se deu com o surgimento das bibliotecas de fitas, ou “tape lybraries”. A inovação atual são as fias inteligentes, fitas que carregam chips, capazes de nos informar qual o seu conteúdo, sem que seja necessário lê-las.
A capacidade das fitas continua a crescer, mas os desafios para enchê-las de dados e fazer a sua extração, ainda permanecem.
Existem basicamente duas tecnologias principais de gravação e leitura. A tecnologia Linear e a Helicoidal ou Espiral.
Unidades de Gravação Linear <- Movimento da fita
As primeiras fitas usavam a tecnologia de gravação linear em serpentina
. Unidades de Gravação Helicoidal <- Movimento da fita
A tecnologia helicoidal inicialmente quadruplicou a capacidade de gravaçãoEssas tecnologias permanecem até hoje porém, incrivelmente melhoradas em termos de densidade de gravação, qualidade de sinal, capacidade e taxa de transferência, onde cada fabricante procura dar o seu “tempero” particular. Apenas com fins ilustrativos, o quadro abaixo mostra alguns modelos de fitas e as tecnologias de gravação:
| Drive |
Formato |
Capacidade |
Taxa Transf. |
| DAT |
Helicoidal |
160GB |
86GB/h |
| DLT-S4 |
Linear |
800GB |
216GB/h |
| Tandberg |
Helicoidal |
160GB |
43GB/h |
| SAIT-3 |
Helicoidal |
500 GB |
105GB/h |
| LTO-4 |
Linear |
800GB |
421GB/h |
| TS1300 |
Linear |
1000GB |
560GB/h |
| 9840 |
Linear |
40GB |
108GB/h |
| T10000 |
Linear |
1000GB |
430GB/h |
. As Fitas DATDAT significa Digital Audio Tape e foi, originalmente desenvolvida para gravação de áudio. A Sony e a HP definiram o padrão DDS (Digital Data Storage) para armazenamento de dados de computador. A tecnologia DAT é baseada em varredura helicoidal, usando fitas de 4mm de largura, similar às utilizadas em cartuchos de fitas cassete.
O quadro abaixo mostra o quanto essa tecnologia evoluiu ao longo do tempo:
| Drive |
Capacidade
em GB |
Tx. Transf.
MB/s |
Comprimento
da fita (m) |
Largura
(mm) |
Conexão |
| DDS1 |
1.3 |
0.6 |
60 ou 90 |
3.81 |
SCSI |
| DDS2 |
4 |
0.6 |
120 |
3.81 |
SCSI |
| DDS3 |
12 |
1.1 |
125 |
3.81 |
SCSI |
| DDS4 |
20 |
3.2 |
150 |
3.81 |
SCSI/USB |
| DAT73 |
36 |
3.2 |
170 |
3.81 |
SCSI/USB |
| DAT160 |
80 |
6.9 |
150 |
8 |
SCSI/USB/SAS |
| DAT320 |
160 |
86 GB/h |
150 |
8 |
USB2/SAS |
Obs.: As capacidades acima são sem compressão.
. As Fitas DLT-S4Os drives para fitas DLT foram descontinuados pela Quantum em 2007, portanto existe ainda uma grande quantidade de drives a pleno funcionamento. A Quantum agora, produz drives LTO.
A Quantum é proprietária da tecnologia DLT, porém licenciou essa tecnologia para inúmeras empresas, como por exemplo, Compaq, IBM, Hewlett-Packard, Dell, e SUN.
A
Esalink possui tecnologia de ponta para fazer com que sua unidade DLT funcione ainda por muitos anos.
As unidades com tecnologia DLT (Digital Linear Tapes) utilizam cartuchos de fitas de ½’’ e evoluiu através de vários modelos, sendo o mais atual, o modelo DLT-S4., que suporta fitas 1,6 TB de capacidade . Algumas características dos diversos modelos são:
| |
DLT8000 |
SuperDLT (E) |
SuperDLT(M) |
SuperDLT(H) |
SDLT320 |
SDLT600 |
DLT-S4 |
Sem
Compressão |
40 GB |
160 GB |
220 GB |
220GB |
160GB |
300GB |
800GB |
| Taxas de Transferência |
7 GB/h |
56 GB/h |
7 GB/h |
112 GB/h |
56 GB/h |
126 GB/h |
216 GB/h |
. Evolução dos modelos DLTNa medida em que as capacidades de armazenamento dos servidores cresciam, tornava-se cada vez mais difícil realizar os bakups em um único cartucho de fita. As opções naturais seriam a de contratar alguém para fazer a troca das fitas ou então adquirir uma “automatic tape loader” ou
autoloader, a qual se encarregaria de realizar essas trocas. A série DLTx000 tornou-se uma opção confiável para uso em grandes servidores.
A tecnologia de gravação das fitas DLT é a de “serpentina longitudinal de múltiplas trilhas”. O número de trilhas varia de 128 a 768. Essa densidade de trilhas poderia causar interferência de uma trilha na outra, porém, um sofisticado sistema chamado de “Pivot Optical Servo” (POS) elimina esse problema. Essa é uma dentre as várias inovações da tecnologia DLT.
. As Fitas AITAIT é o acróstico de “Advanced Intelligent Tape” e foi desenvolvido pela Sony.
É provável que a Sony discontinue sua produção em 2010.
A tecnologia AIT (Advanced Intelligent Tape) utilize fitas de 8mm e seu modelo top de linha oferece uma capacidade de 400GB com uma taxa de transferência de 108 GB/hora.
A fita AIT possui uma memória de 72Mb MIC (Memory in Cassette) a qual armazena informações de indexação de forma a tornar o acesso às informações mais rapidamente.
O formato AIT foi projetado prevendo a duplicação da capacidade de armazenamento e velocidade de transferência a cada dois anos. Isso é alcançado através da utilização da varredura helicoidal, a qual permite compactar mais dados em um mesmo número de trilhas. O formato AIT introduziu a utilização de fitas produzidas com tecnologia “Advanced Metal Evaporated (AME)” . Existem duas variações do formato AIT: AIT e SAIT. As diferenças entre essas duas variações são resumidas abaixo:
| |
Capacidade |
Tx. Transferência |
Conexão |
| AIT-4 |
200GB |
88GB/hora |
SCSI III |
| AIT-5 |
400GB |
85GB/hora |
USB/Firewire/SATA/ATAPI/SCSI |
Algumas Características do Formato AIT:
- Chip de memória no interior da fita, ou “Memory In Cassette (MIC)” é usado para diminuir o tempo de acesso. Trata-se de um chip de memória flash de 64Kb , o qual contém uma mapa de informações do volume para um rápido posicionamento de leitura. Não é mais preciso ler uma fita inteira para achar uma informação. O chip MIC “sabe” onde está seu arquivo e pode localizá-lo em menos de 20 segundos. O MIC também contém um log com dados do uso da fita e ainda permite incluir informações do usuário.
- Utiliza o método de varredura helicoidal, um conjunto de 4 cabeças que realizam o processo de “Read-after-write” que garante uma confiabilidade enorme na qualidade da gravação.
- Buffer de alta performance de 4-Mbytes.
- Algoritmo de otimização de compressão chamado de “Adaptive loss less data compression (ALDC)” onde certas seqüências de dados que se repetem são substituídos por apontadores que referem-se a uma tabela criada dinâmicamente durante o processo de gravação. Esse método é baseado no algoritmo de Lempel-Ziv, reduzindo consideravelmente o espaço ocupado pelas informações.
- Alta durabilidade das fitas graças à tecnologia AME (Advanced Metal Evaporated) onde emprega-se um tipo de cobertura à base de carbono, fina e resistente.
. As Fitas LTO
Linear Tape-Open (ou
LTO) é uma tecnologia aberta, desenvolvida originalmente na década de 1990, como uma alternativa aos padrões fechados que existiam no momento. As empresas Seagate, Hewlett-Packard e IBM fundaram o Consórcio LTO, que passou a administrar, licenciar e certificar os fabricantes que aderiram à nova tecnologia. A tecnologia LTO batizou o padrão de gravação adotado, de tecnologia “Ultrium”. A versão original foi lançada em 2000 e poderia armazenar 100 GB de dados em um único cartucho. A versão mais recente foi lançada em 2010, e pode armazenar 1,5 TB num cartucho do mesmo tamanho. Desde 2002, o padrão LTO passou a ser um “best-seller” e é amplamente utilizado tanto em sistemas de grande porte como em computadores de pequeno porte, especialmente para backup.
Apresentamos abaixo um quadro que mostra a evolução do padrão LTO.
| |
Geração |
| Modelo |
LTO-1 |
LTO-2 |
LTO-3 |
LTO-4 |
LTO-5 |
LTO-6 |
| Ano de Lançamento |
2000 |
2003 |
2005 |
2007 |
2010 |
TBA |
| Capacidade Nativa |
100 GB |
200 GB |
400 GB |
800 GB |
1.5 TB |
3.2 TB |
| Taxa de Transf. Máx. (MB/s) |
15 |
40 |
FH: 80
HH: 60 |
FH: 120
HH: 80 |
140 |
270 |
| Permite WORM ? |
Não |
Não |
Sim |
Sim |
Sim |
Em projeto |
| Permite Encriptação? |
Não |
Não |
Não |
Sim |
Sim |
Em projeto |
| Espessura da Fita |
8.9 μm |
8.9 μm |
8 μm |
6.6 μm |
6.4 μm |
|
| Comprimento da Fita |
609 m |
609 m |
680 m |
820 m |
846 m |
|
| Nº de Trilhas |
384 |
512 |
704 |
896 |
1280 |
|
| Elementos de Escrita |
8 |
8 |
16 |
16 |
|
|
| Densidade Linear(bits/mm) |
4880 |
7398 |
9638 |
13300 |
|
|
| Encoding |
RLL 1,7 |
PRML |
PRML |
PRML |
|
|
. Evolução da Tecnologia LTO ULTRIUM
Além disso, a tecnologia LTO possui um sofisticado sistema de gravação. Primeiro divide as trilhas em conjuntos de 16 trilhas chamadas “bandas”. Essas trilhas são gravadas concorrentemente até o final da fita, quando então as cabeças são re-posicionadas em outra banda de 16 trilhas, que são percorridas na direção oposta, ou seja, do fim para o início do carretel. A gravação começa pelas bandas mais internas, até alcançar a banda mais externa.
A capacidade de proteção de sobrescrita de dados (WORM) a partir da LTO-3 é um fator importante de segurança para certos tipos de dados que não podem ser alterados de forma alguma.
. As Fitas TS1130
O drive 3592 trouxe uma reformulação completa em termos de formato de trilha tornando-se incompatível com os antigos drives Magstar 3590. O modelo TS1130 sucedeu o modelo TS1120 o qual por sua vez foi rebatizado de 3592, de grande capacidade. A tabela abaixo faz uma comparação entre as fitas TS11x0 com as antigas 3590. Todos esses drives suportam mídias com capacidade de WORM . Os drives TS1130 suportam Fibre Channel 4Gb e FICON 4GB, bem como o padrão ESCON.
| |
TS1130 |
TS1120 |
3592 |
3590-H |
3590-E |
| Capacidade Nativa |
1000GB |
700GB |
300GB |
60GB |
20GB |
| Taxa de Tranf. Sustentada |
560GB/h |
360GB/h |
40MB/s |
14MB/s |
14MB/s |
| Buffer |
- |
128MB |
16MB |
16MB |
|
. Comparação entre as antigas 3590 com as TS11x0
A capacidade das fitas TS1130 depende do tipo de mídia utilizado e varia entre 128GB (para mídias JJ/JR) e 1 TB (para mídias JB/JX).
As unidade de fitas TS1130 com conectividade FICON suportam um “burst data transfer rate” de 400Mb/s , e a capacidade nativa de suas fitas pode ser reduzida para 128GB de forma a trabalhar com pequenos “sets” de pequenos arquivos, que necessitem de altíssima performance de acesso. Essas fitas usam uma técnica de varredura em serpentina bi-direcional longitudinal utilizando 512 trilhas (As TS1120 usam 896 trilhas). Os drives TS11x0 são menores que os antigos 3590, permitindo substituir um drive 3590 em uma library 3494 por dois drives TS1130. Existem velocidades e capacidades que são nativas: a IBM fixou em 2:1 a taxa de compressão para sistemas abertos e 3:1 para dados em mainframe, o que na prática traz um significativo aumento na capacidade e desempenho.
As unidades TS1130 eliminaram bastante as operações “back-hitching” (reposicionamento da fita para a próxima gravação) . A maior parte dos outros modelos de drives alcançaram um bom resultado na redução das operações de “back-hitching” utilizando um buffer de forma a descarregar os dados para gravação na fita, somente quando a aplicação completa o ciclo de preenchimento de um data block, e não o preenchimento do buffer. Com isso as operações de “back-hitching” embora em menor número ainda persistem pois o drive acaba tendo que reposicionar o rolo para gravação do próximo bloco. As unidades TS1130 ao invés disso, gravam esse bloco de dados em um espaço temporário na fita,e voltam a reter dados no buffer. Quando o buffer está cheio é realizada uma gravação em série (data burst recording). Com isso a performance é consideravelmente aumentada e a fita é poupada de repasses.
Compatibilidade entre os drives 3592 com os silos IBM e SUN
É perfeitamente possível instalar unidades TS11x0 em ambos os silos StorageTek e IBM . Há somente que se recriar o label dos cartuchos TS1130 antes de utilizá-los em um silo 3584 da StorageTek (STK) ACS.
Um cartucho LTO IBM pode ser utilizado em um silo ACS 3584 sem ter que refazer o label. Já os cartuchos LTO HP necessitam de refazer seus labels.
. As Fitas 9840 / 9940
A Oracle, através da SUN, herdou toda a linha de drives StorageTek. No site da Oracle(Fev/2010) essas fitas ainda são chamadas de fitas SUN ou SUN StorageTek. Os drives da SUN trabalham com um formato proprietário de fitas e por isso os usuários desses equipamentos precisam recorrer à SUN para conseguir novos cartuchos.
O drive da SUN mais avançado para mainframe é o T10000B, o qual utiliza uma arquitetura linear de 32 canais. Ele foi lançado no final de 2005 para competir com o drive 3592 da IBM. O TS10000 possui um buffer de 256 MB e suporta encriptação, WORM, Fibre Channel de 2 ou 4GB e FICON, emulando ainda por cima, a unidade IBM 3592. Pode trabalhar com cartuchos de 1TB ou mais.
O antigo drive 9840 utiliza um buffer de 8 MB, permitindo uma taxa de tranferência de 10MB/s (head to tape). Em termos de utilização de barramento, através da conexão ESCON pode transferir até 18MB/s, já com a conexão ultra SCSI transfere até 40MB/s. Suporta ainda, conexão FICON a 30MB/s sem compressão. A SUN divulga que seu drive pode alcançar um burst rate de 100MB/s em Fibre Chanel. A unidade 9840 usa um avançado mecanismo de compressão LZ-1 que pode atingir o fator 4:1, dependendo do tipo de dados. Regra geral, em sistemas que rodam OS/390 pode-se atingir uma compressão 4:1, enquanto em sistemas abertos alcança-se uma taxa de até 2.5:1. Em certos casos pode ser interessante levar esse fato em consideração.
O sistema 9840 usa uma tecnologia de mídia própria, com 288 trilhas e um substrato denominado de ”advanced metal particle”, com capacidade até 40GB sem compressão. A SUN informa que essa capacidade poderá alcançar 160GB com compressão.
O quadro abaixo resume as principais características da fita 9840:
Tipo do Drive |
Capacidade
Nativa |
Taxa de Transf. |
Cap/Transf
(Throughput) |
Suporte a WORM |
Suporte a Encriptação |
| T10000 |
1000GB |
420GB/h |
2.38 |
Sim |
Sim |
| 9840V |
40GB |
108 GB/h |
0.37 |
Sim |
|
. Tandberg Data/ Exabyte
A Exabyte foi originalmente fundada por um grupo de ex-funcionários da STK. Posteriormente a Exabyte foi comprada pela alemã Tandberg Data e o nome Exabyte acabou desaparecendo. O ultimo lançamento da Tandberg foi o modelo VXA-320, o qual utiliza fitas com 160GB de capacidade sem compressão, com taxa de transferência de 43.2 MB/s. Entre outras facilidades, a unidade oferece Smartclean (Cartucho de auto-limpeza), fitas com tecnologia AME (Advanced Metal Evaporation) e um buffer adaptivo de 32MB.
A Tandberg sustenta que seus drives são muito mais confiáveis que as unidades DLT, devido à tecnologia de suas cabeças, que possuem uma grande faixa de tolerância. As suas unidades suportam os barramentos Firewire e USB.
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